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Orion + Unreal 4.11 = VR ❤

Atualização do plugin do Leap Motion com a Unreal Engine acabou de sair do forno.
A possibilidade de poder tocar nas coisas em um ambiente virtual com as suas próprias mãos está cada vez mais próxima! Um avanço nesta área é que agora o Leap Motion está oficialmente integrado com a Unreal Engine, através de um plugin é ainda mais fácil e rápido integrar o Leap Motion Orion em seus projetos de Realidade Virtual!

Este plugin substitui o anterior, e traz novas features!

Mais informações no blog, ou visite o site do leap motion developer.leapmotion.com/unreal para colocar a mão na massa!

 

 

Fonte: Leap Motion

O que você precisa saber antes de entrar no mundo de Realidade Virtual!

“Se você tomar a pílula azul a história acaba e você acordará na sua cama, acreditando no que quiser acreditar. Se você tomar a pílula vermelha, ficará no País das Maravilhas e eu te mostrarei até onde vai a toca do coelho.”

Há alguns anos, os comunicadores do Star Trek tornaram-se realidade com os iPhones. Depois vieram os PADDs com o iPad e outros tablets. E agora, finalmente, a principal tecnologia do Star Trek está pronta para sair da ficção e fazer parte das nossas salas de estar: o holodeck :D.

Depois de décadas esperando ansiosamente, a humanidade está agora à beira de um mundo onde a Realidade Virtual não é um sonho, mas uma tecnologia real – ao lado de televisores e microondas – que alguém pode levar para casa. Sim, você já pode escolher a pílula que quer tomar! 🙂

Se a ideia de que “Realidade Virtual é realmente possível” é nova para você, este guia irá ajudá-lo a descobrir porquê isto está acontecendo

A Tecnologia: Bem vindo ao futuro!

Pode parecer estranho, mas os sistemas de Realidade Virtual são realmente muito simples. Em 2016, eles consistem essencialmente dos mesmos componentes básicos:

  1. Um headset (alguns chamam de capacete ou óculos) que bloqueia toda a luz externa e exibe o mundo virtual.
  2. Duas telas (ou uma tela dividida em duas) que mostram uma imagem levemente diferente para cada olho, para dar a sensação tridimensional do mundo virutal. Isto imita a forma real como os seus olhos vêem o mundo em ângulos levemente diferentes
  3. Um par de lentes especiais que precisamente ampliam e deformam as imagens da tela.
  4. Um sistema de rastreamento que traduz os movimentos reais da sua cabeça e/ou corpo em movimentos dentro da Realidade Virtual.
  5. Um sistema gráfico que envia várias imagens – geralmente 60 ou 90 imagens por segundo para cada olho – para exibir uma vista que combine perfeitamente com os movimentos da sua cabeça, diminuindo assim a chance de enjôo.

Quando tudo isso acima é bem feito, seu cérebro aceita que o quê você está vendo é real! 🙂

Apesar dos headsets mais avançados (Oculus Rift e HTC Vive) fornecerem telas melhores, rastreamento de movimento mais robusto e design ergonômico, todos os sistemas de Realidade Virtual devem possuir, pelo menos, estes cinco componentes de alguma forma, a fim de ser considerado realmente “Realidade Virtual”.  Talvez você tenha usado um View-Master quando era criança, ou você já viu um filme em 3D, mas nada (repito: NADA) foi tão poderoso o suficiente para fornecer qualquer coisa perto do tipo de experiência oferecida pelos novos headsets de Realidade Virtual.

Porque agora?

Há décadas a Realidade Virtual tem sido um desejo ardente da comunidade de tecnologia e uma pesquisa rápida no Google pode fornecer  aos interessados várias imagens mostrando as soluções que eram possíveis no início: uns verdadeiros trambolhos de filme de terror, e caros, muito caros! Porém, como é normal no mundo da tecnologia, a Realidade Virtual deve sua existência atual a uma inovação que aconteceu anteriormente. Neste caso, o smartphone! O advento do smartphone fez com que Realidade Virtual fosse economicamente viável pela primeira fez na história!

As câmeras de alta  qualidade, rastreadores de movimento e telas pequenas de alta resolução utilizados por milhões de iPhones, Androids e Windows Phones começaram a ser produzidos em quantidades tão absurdas que o preço dos componentes individuas despencou! Estes componentes eram justamente o que a indústria de Realidade Virtual necessitava para se tornar uma opção viável para os inovadores de Realidade virtual! 🙂 Quando usado corretamente, os sistemas de Realidade Virtual podem oferecer novos tipos de entretenimento, aguçar a criatividade e possibilitar novas maneiras de interação com outras pessoas. E quando isso acontecer, parabéns, você será o novo cidadão da Matrix!

Ok, gostei disso tudo, mas por onde eu começo?

Realidade Virtual pode ser intimidante se você está entrando no jogo só agora. Apesar da verdadeira Era de Bronze da indústria de Realidade começar só no fim de Março, quando o Oculus Rift começará a enviar os seus headsets aos primeiros consumidores, ainda há uma quantidade enorme de informações para absorver antes de você fazer a primeira compra. Para tornar as coisas mais fáceis para vocês, nós descrevemos os três grupos de headsets de Realidade Virtual abaixo.

Básicos: use seu próprio celular!

O Google Cardboard oferece uma experiência básica de Realidade Virtual e funciona com a maioria dos celulares Androids e iPhones.
O Google Cardboard oferece uma experiência básica de Realidade Virtual e funciona com a maioria dos celulares Androids e iPhones.

Os sistemas mais básicos de Realidade Virtual têm sido popularizados através do Google Cardboard. Estes headsets usam um celular que provavelmente você já possui, iPhone ou Android, para mostrar imagens e rastrear seus movimentos. Estes headsets são geralmente um suporte para celular feitos de papelão ou plástico muito simples com duas lentes internas para dividir a visão da tela do celular. Apesar de barato, o Cardboard é geralmente usado segurando o headset com as mãos (estilo binóculos) – reduzindo a imersão – e limitando extremamente o que se pode fazer com ele. Por exemplo, você não poderá caminhar, inclinar-se para ver algo mais de perto, ou fazer qualquer coisa além de virar a cabeça pros lados ou pra cima e para baixo.

Bom: Compre um Samsung Galaxy S7 ou Note 5 e ganhe um Samsung Gear VR

Apenas toque ou arraste o dedo no lado direito do Gear VR para controlar uma experiência de Realidade Virtual. É muito intuitivo.
Apenas toque ou arraste o dedo no lado direito do Gear VR para controlar uma experiência de Realidade Virtual. É muito intuitivo.

O próximo grupo é representado pelo Samsung Gear VR, um headset de alta qualidade desenvolvido pela Samsung em conjunto com a Oculus. Este headset virá de brinde, por tempo limitado, para quem comprar o Samsung Galaxy 7 ou o Note 5. Fitas confortáveis para prender o headset na cabeça liberam as mãos dos usuários para mexer no controle (simples, mas fácil de usar) para interagir com o mundo virtual. A primeira vez que você conectar o headset no seu celular, um software será baixado da Internet. Depois, basta colocar na cabeça e voilà, você está na Realidade Virtual, sendo ensinado como usar a interface simples e o controle touch localizado no lado do headset. Você pode assistir o Netflix em uma tela enorme do cinema ou da lua, ou explorar uma biblioteca crescente de jogos e experiências. A pegadinha?  Assim como no Cardboard, você não pode inclinar-se. A maior liberdade que você tem no Gear VR é girar no lugar, sentado ou em pé, ou olhar para cima e para baixo ao seu arredor.

Os melhores: HTC Vive, Oculus Rift e Playstation VR

 

Da esquerda para a direita: HTC Vive, Oculus Rift e Playstation VR
Da esquerda para a direita: HTC Vive, Oculus Rift e Playstation VR

O ápice da Realidade Virtual atualmente são os sistemas com fios e ligados a computadores potentes. Estes são: HTC Vive da Valve ($800), Oculus Rift do Facebook ($600) e o Playstation VR da Sony (preço oficial não divulgado). Todos estes dispositivos possuem suas próprias telas, não necessitando de nenhum celular, e dependem de uma conexão com um computador de alta performance ou um console de jogo para funcionar. Eles trocam a portabilidade e baixo custo para oferecer experiências premium de Realidade Virtual que diferem de maneira significativa dos sistemas de Realidade Virtual baseada nos celulares.

Com o Playstation VR, Oculus Rift ou HTC Vive você pode finalmente inclinar-se e andar no mundo virtual. Pode não parecer muito, mas permitir o usuário inclinar-se fornece uma sensação de imersão maior e abre um leque de opções de experiências – como sentar no cockpit de uma nave espacial durante um duelo perigoso. Se você virar e inclinar-se em torno da sua cadeira de comando, você verá a parte traseira da cabine. Ou se você quiser inspecionar seu painel de controle mais de perto, você pode inclinar-se e verá que funciona!

Cada uma das empresas responsáveis por estes headsets de alta qualidade (Facebook, Sony, Valve e HTC) têm trabalhado com designers de jogos e desenvolvedores a fim de criar jogos divertidos, ferramentas criativas e mundos educativos que podem ser baixados em Realidade Virtual tão facilmente quanto baixar um aplicativo no seu celular.

Se você está tentando decidir qual é o melhor, vai ser difícil e você não encontrará uma resposta direta porque é muito cedo para dizer qual deles terá o software e oferecerá as experiências mais atraentes.

Há um monte de software de Realidade Virtual sendo desenvolvido para cada um destes sistemas e qualquer um pode vir a ser o “Photoshop” ou o “Super Mario Bros” de Realidade Virtual. No entanto, existem algumas diferenças entre cada um dos sistemas que pode ajudar a identificar qual headset comprar ou ao menos acompanhar mais de perto daqui para frente.

Qual é a diferença entre o Oculus Rift, HTC Vive e Playstation VR?

Muitas pessoas podem achar que comprar um Playstation 4 por $350 será a forma mais acessível de desfrutar de Realidade Virtual de alta qualidade, já que ele será compatível com o headset Playstation VR e os controles Move. No momento da redação deste artigo, o custo e a data de lançamento exata do Playstation VR e dos controles são desconhecidos, mas é muito provável que seja mais barato do que o Oculus Rift e o HTC Vive.

PlayStation VR

 

O HTC Vive e o Oculus Rift só funcionam ligados a um computador super potente com Windows. Esses computadores sozinhos podem custar $1000 ou mais. Você pode estar se perguntando se a torre empoeirada na sua sala de estudos é capaz de executar estas belezuras, mas as chances são grandes de ela não conseguir. Mesmos os computdores de jogos de alta performance construídos recentemente estão tendo dificuldades em atender as necessidades destes dois headsets. Pense nisto desta maneira, se você não é o tipo de pessoa que sabe de cor a marca e o modelo da placa de vídeo do seu computador, você provavelmente terá que comprar ou construir um novo computador para ter o Rift ou o Vive em casa.

Os computadores recomendados para o Vive o Rift são praticamente idênticos e os headsets são muito parecidos visualmente também. Por $200 extras, a Vive te dá um par de controles que mantêm suas mãos monitoradas junto com a sua cabeça, trazendo as suas mãos ao mundo virtual. Isto pode lhe dar a sensação de segurar uma variedade de armas, objetos ou ferramentas dentro da Realidade Virtual. A adição das mãos em Realidade Virtual abre uma série de experiências criativas extremamente atraentes e jogos divertidos que podem fazer o seu coração pular!

 

 

 

Controles do HTC Vive

O HTC Vive também vem com duas bases que permitem o rastreamento da sala. Isto significa que o Vive realmente permite com que você ande em torno de um quarto ao invés de restringir o usuário a inclinar-se em pé ou sentado. Também não se preocupe, se você chegar muito perto de uma parede , você receberá um aviso do sistema para não bater no mundo real. Você pode até mesmo manter o headset na cabeça e falar naturalmente com outra pessoa na sala, vendo através de uma câmera frontal, virada para o exterior do headset da Vive.

O Oculus Rift, ao contrário, vem com um controle remoto simples, semelhante ao que vem com o Apple TV, que você pode usar para selecionar objetos que você está olhando em Realidade Virtual. Também virá um controle de Xbox One (pra quê?). Até o fim do ano a Oculus pretende lançar os controles de rastreamente – chamados Oculus Touch – que irá adicionar algum custo, possivelmente alcançando o preço do Vive. Oculus Touch irá ajudar a trazer as mãos em Realidade Virtual como o Playstation VR e o HTC Vive já trazem. Uma câmera adicional de rastreamento do Oculus também ajudará o Rift a alcançar a funcionalidade que o Vive já oferece de poder andar  no mundo virtual.

Conclusão: Pronto para o futuro?

Para resumir, Realidade Virtual é uma tecnologia incrivelmente sedutora e poderosa que muitos especialistas acreditam que irá ter seu lugar entre a televisão e computador como tecnologia transformadora. No entanto, esta é uma indústria que está em seus primeiros dias. Comparativamente, estamos no estágio em que os computadores eram do tamanho de uma sala de estar e a TV custava mais caro do que um carro. A rede de dispositivos, criadores de conteúdos e inovadores irá ficar cada vez mais rápida, inteligente, barata e atraente com o tempo.

Isso não quer dizer que não há todos os motivos para se envolver cedo. Há muitas maneiras diferentes para começar que vão desde o simples e barato, ao super poderoso e mais caro. Qualquer um que você escolher, certifique-se de limpar a sua agenda para, pelo menos, uma semana depois de comprá-lo: o tempo parece passar muito mais rápido na Matrix.

 

“Cedo ou tarde você vai perceber como eu, que há uma diferença entre conhecer o caminho e percorrer o caminho.”

 
Adaptado de: UploadVR

Orion: Interaja com o mundo virtual usando suas próprias mãos!

Uma das primeiras reações que uma pessoa tem ao experimentar Realidade Virtual é querer tocar os objetos no mundo virtual. Infelizmente, a pessoa se frustra ao perceber que muitas vezes não tem mãos, nem mesmo corpo.

As tecnologias que ajudam no rastreamento de mãos estão ainda em desenvolvimento, podemos citar: Leap Motion, HTC Vive, Microsoft Handpose, Myo,  MindLeap, Hapto, Aireal,   Nimble Sense, Ultrahaptics

Hoje falaremos um pouco do Orion, já disponível para os desenvolvedores! Orion é a terceira versão do Leap Motion que traz uma série de grandes melhorias para o rastreamento, desde latência mais baixa a um rastreamento mais confiável e rápido.  Tais melhorias resultam da meta definida no final de 2014, quando o Leap Motion decidiu pivotar seu desenvolvimento de interação com telas planas para interação com Realidade Virtual (ótima decisão, né?). 😉

Podemos ver as melhorias comparadas com a versão anterior no vídeo abaixo:

Segundo David Holtz, co-fundador de CTO da Leap Motion:

“Orion representa uma mudança de paradigma na forma como fazemos o rastreamento das mãos. Ele foi construído a partir do zero especificamente para VR. É extremamente mais suave, mais rápido, mais confiável e com muito mais capacidade do que qualquer um anterior”.

Claro, apesar das melhorias, muitas coisas ainda está sendo pesquisada em todo o mundo. Há uma desconexão inerente ao tentar pegar alguma coisa e você não sente que esta coisa está lá (claro, você não está pegando nada no mundo real!), esta sensação é muito semelhante ao Uncanny Valley em robótica!  Leap Motion está estudando maneiras de ajudar o usuário a ter este feedback. Uma das maneiras é através do som (audio haptics), uma sinestesia a qual incorpora um efeito de som visceral e bem cronometrado com as ações que a pessoa visualiza na tela, por exemplo, um som quando a pessoa faz contato com alguma coisa no mundo virtual com a mão. Outras empresas estudam outros feedbacks como ondas de ar ou estruturas mecânicas em luvas que impeçam seus dedos de fecharem mais do que o objeto (caso o objeto seja duro).

Este feedback ajudou a aumentar a imersão, mas a verdadeira melhoria desta versão do Leap Motion está no rastreamento e na maneira como o software se comporta ao perder o rastreamento das mãos. Mesmo quando o Leap Motion falha (o que vai acontecer se você tentar), ele não falha da mesma forma catastrófica como costumava ser na versão anterior. Por exemplo, a sobreposição de suas mãos (algo que o software ainda não é capaz de resolver), faz com que a mão que está mais abaixo suma, ao invés de bugar. Isto realmente ajuda a aumentar o nível de imersão, porque é muito menos perceptível do que uma mão dançando 🙂 .

Interação com as próprias mãos é uma peça fundamental para o desenvolvimento de Realidade Virtual e Realidade Aumentada, uma vez que não há uma interação mais natural do que as próprias mãos. Para atingir o nível máximo de imersão em Realidade Virtual, é extremamente importante a inclusão das mãos na experiência. É algo em que o Leap Motion é bom em fazer, e eles, com o lançamento do Orion, nos trouxe mais perto de transformar esse sonho em realidade.

Então se você tem um Leap Motion em casa juntando pó, tente de novo e dê uma atualizada nele – você pode se surpreender com as melhorias!

Fonte: UploadVR

E a contagem regressiva para a pré-venda do HTC Vive começou!

A contagem regressiva para o lançamento do HTC Vive, headset de realidade virtual da HTC em parceria com a Valve, já começou! Todos os entusiastas estão de olho para quando o relógio marcar meio dia (horário do Brasil), horário que começará a pré-venda em todo o mundo com disponibilidade comercial a partir de abril deste ano!

O kit do HTC Vive será completo, permitindo com que os usuários saltem instantaneamente em um ambiente virtual totalmente imersivo usando dois controles SEM FIO 😀 em uma sala, de quase  5 x 5 metros, com sensores de movimento.

A VRMonkey, desenvolvedora oficial da HTC Vive, teve a oportunidade de conhecer a tecnologia em desenvolvimento e testou o protótipo de desenvolvedor no ano passado. A imersão dada pela sala de imersão é simplesmente impressionante, permitindo com que você ande, pule e agache no mundo virtual! Além disso os controles dão um feedback perfeito da posição das suas mãos, permitindo com que você manipule os objetos do mundo virtual de uma forma muito mais natural, aumentando ainda mais a imersão.

Muita coisa melhorou na versão de consumidor da Vive, além da marca renovada e da maneira como o headset se prende à cabeça, o Vive trouxe features inovadoras! Uma delas é a integração com o telefone, permitindo com que o usuário se mantenha conectado com o mundo real sem sair do mundo virtual, demonstrando a capacidade de combinar as duas realidades. Ao permitir o usuário receber e responder chamadas recebidas ou perdidas, responder mensagens de textos e enviar respostas rápidas e verificar o calendário sem precisar tirar o headset, abre um novo mundo de possibilidades de aplicativos para consumidores e empresas.

O Vive será lançado com o preço de 799 dólares e virá, por um tempo limitado, com três experiências completas de Realidade Virtual:

  • O Tilt Brush (sério, uma das melhores experiências que a VRMonkey testou!) : já imaginou desenhar no ar?
  • O Job Simulator, desenvolvido por Owlchemy Labs: um mundo onde os robôs substituíram todos os trabalhos humanos, experimente o “Job Simulator” para aprender como era “trabalhar”.

  • Fantastic Contraption, desenvolvido por Northway Games em colaboração com a Radial Games: Imagine andar em torno de uma ilha gramada flutuando no céu, construindo uma máquina do tamanho de um cavalo com as suas próprias mãos e, em seguida, vê-la rolar para fora do mundo.

Mas não é apenas jogos, além desses a HTC está trabalhando com desenvovedores para promover a criação de conteúdos que abrange vários setores, incluindo entretenimento, varejo, educação, design, saúde e automotiva que transformará a vida das pessoas.

“Desde o início, a Vive está na vanguarda da Realidade Virtual, quebrando várias barreiras e inovando”, comenta Cher Wang, presidende e CEO da HTC. “Desde o anúncio do Vive no ano passado, temos trabalhado incansavelmente, com a Vive, para disponibilizar a melhor experiência de Realidade Virtual no mercado, ganhando assim vários prêmios e recebendo elogios da crítica da mídia, dos consumidores e da indústria. Com a edição de consumidor somos finalmente capazes de realizar o nosso objetivo, trazendo o Vive para várias casas ao redor do mundo para que as pessoas possam experimentar a imersão da Realidade Virtual em uma maneira que inspire a imaginação e realmente mude o mundo”.

Infelizmente, assim como o Oculus Rift, o Brasil ainda não está incluso na lista oficial dos países que poderão fazer a encomenda do HTC Vive.

Segue a lista dos países e o preço, até agora, divulgada no blog oficial da HTC.

Região Preço
Estados Unidos US $799.00
Austrália US $899.00
Canadá CAD 1149
China CNY 6,888
Taiwan NT$28,288
Japão JPY 111,999
Reino Unido £ 689.00
Nova Zelândia US $949.00
Europa, Bélgica, República Checa, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Islândia, Irlanda, Itália, Holanda, Noruega, Polônia, Espanha, Suécia, Suiça € 899.00

 

Fonte: HTC Vive